Nova York é cheia de coisas estranhas. Certo?
Certíssimo.
Uma das mais espantosas que eu encontrei até agora é a Charmin Restrooms, em plena Times Squares. Pensem que lugar agradável: Pessoas dançando, chocolate quente de graça, acesso gratuito ao Facebook e Twitter, lugares para tirar fotos ou fazer vídeos, banheiro de graça...
Super agradável, não é?
Mas, espera, o QUE É Charmin Restrooms?
Nada mais, nada menos, que um ambiente de propaganda de papel higiênico da marca Charmin.
O.O
Sério.
Um dia desses pra trás, a gente estava conversando com uns alemães aqui no hostel, e eles falaram desse lugar. Eu achei bizarro, porque, eles tinham dito, havia diferentes tipos de papel higiênico para escolher -normal, sensitive...
E não é que, esses dias pra trás, ao andar pela Times Square, eu e outros brasileiros fomos parar na Charmin Restrooms?
No início, eu fiquei com medo de tomar o chocolate quente que eles estavam oferecendo (vai que tem laxante?).
Mas aí, a gente descobriu que TUDO lá era gratuito.
Incluindo o banheiro.
E, como eu disse antes, tinha lugares para fazer vídeo ou foto. Eu, é claro, não quis nem um nem outro, mas algumas das pessoas que estavam comigo fizeram um vídeo, dançando o jingle da Charmin, "Enjoy the go". Pro pessoal aí que não entende muito de inglês, o slogan da Charmin significa algo como "aproveite a ida (ao banheiro)". E depois tiraram fotos num trono imenso - sim, um "trono" decorado como um trono real...
Aiai.
Mas foi bem engraçado ficar lá. Tirando pelo jingle, que toca repetidamente, nada a reclamar da Charmin Restrooms.
Então, se quando você for pra Times Square, e precisar, loucamente usar o banheiro, corra para a Charmin Restrooms... Enjoy the go!
Para os curiosos, aqui está o site da Charmin.
É isso aí, pessoas.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Verdades, mentiras e curiosidades sobre NY
Já estou na minha terceira semana aqui em Nova York, e nesse período, percebi algumas coisas que são... interessantes. Sabe aquelas coisas que as pessoas dizem sobre as outras, de outro lugar? Os estereótipo? Pois bem, eis o que eu tenho a dizer sobre alguns dos estereótipos que temos de New York, nova-iorquinos e etc.
Menor de idade não consegue comprar bebida - em todas as lojas eles pedem ID.
FALSO!
Já testemunhei alguns menores de idade (21 anos aqui nos EUA, é a idade mínima pra beber) comprando Budwieser (é assim que escreve?) ou qualquer outra cerveja. Sem nem mesmo precisar mostrar o passaporte.
E, complementando esse tópico, já vi gente usando carteira de motorista de outra pessoa pra poder comprar bebida, ou entrar em pubs e boates (pubs sempre exigem 21 anos, algumas boates aceitam maiores de 19 -mas bebida só a partir de 21).
Nova iorquinos sempre estão de cara fechada, são grossos e não estão nem aí para os outros.
FALSO!
No dia que eu cheguei aqui, muitas pessoas foram solícitas, explicando o caminho, ou mesmo se oferecendo para ajudar com as malas (mas eu dispensei. Sou orgulhosa e faço as minhas coisas por mim mesma).
E, todo lugar que você vai, seja na Starbucks, na Charmin' Restrooms (depois conto mais sobre essa doidera que é a Charmin' Restrooms...), na Barnes & Noble, no Central Park, no metrô ou qualquer outro lugar, as pessoas são sempre atenciosas e sorridentes.
Sorriem mais que eu, pra falar a verdade.
Nova York é cheia de latinos. Provavelmente, só perde para Miami.
VERDADEIRO!
É muito comum você andar pela Times Square e ouvir alguém dizendo "Mira!" ("olha", em espanhol), ou, "você é brasileira? Pode tirar uma foto minha aqui na frente do M&M World?".
Pode parecer legal de início, mas não é. Ainda mais quando os falantes de espanhol resolvem dar uma de espertinhos e começam a falar que não falam inglês. E, por mais que você mande eles ficarem quietos, porque é a regra do hostel depois das 11 da noite, eles não se calam. Aí você é obrigada a apagar a luz da common area e expulsar todo mundo que está lá, incluindo os belgas e alemães que estavam quietos o tempo todo.
E, quando for a Miami, nem tente falar em inglês. As pessoas lá só falam espanhol.
A comida norte-americana é ruim e cara, até mesmo os fast-foods.
Depende...
Eu consegui achar lugares com boa comida, que nem eram assim tão caros (tipo o Jacob's Soul Food). O sanduíche da Subway é uma delícia, e compensa o preço.
Mas, é necessário se manter atento, para não pagar 4 dólares numa garrafa 400ml de água na Sbarros...
Tirando a comida, as coisas são bem baratas, principalmente eletrônicos e roupas.
Depende...
Se você for em lojas de marca, prepare-se para descobrir que isso não é verdade.
Mas, se você souber onde ir, aí, sim, querido. É barato. Pra eletrônicos, sugiro a Best Buy, em vários pontos da cidade.
Pra roupas... bem, isso eu ainda estou descobrindo. Mas me falaram de uma tal de Buffalo Exchange, que parece ser bem barata. Ah, mas isso é um tipo de brechó.
Bem, por enquanto é isso. Até o próximo post.
PS: Pedro Paulo, a Lud me falou que você está lendo o blog. Se isso for verdade, deixa um comentário aqui!
Menor de idade não consegue comprar bebida - em todas as lojas eles pedem ID.
FALSO!
Já testemunhei alguns menores de idade (21 anos aqui nos EUA, é a idade mínima pra beber) comprando Budwieser (é assim que escreve?) ou qualquer outra cerveja. Sem nem mesmo precisar mostrar o passaporte.
E, complementando esse tópico, já vi gente usando carteira de motorista de outra pessoa pra poder comprar bebida, ou entrar em pubs e boates (pubs sempre exigem 21 anos, algumas boates aceitam maiores de 19 -mas bebida só a partir de 21).
Nova iorquinos sempre estão de cara fechada, são grossos e não estão nem aí para os outros.
FALSO!
No dia que eu cheguei aqui, muitas pessoas foram solícitas, explicando o caminho, ou mesmo se oferecendo para ajudar com as malas (mas eu dispensei. Sou orgulhosa e faço as minhas coisas por mim mesma).
E, todo lugar que você vai, seja na Starbucks, na Charmin' Restrooms (depois conto mais sobre essa doidera que é a Charmin' Restrooms...), na Barnes & Noble, no Central Park, no metrô ou qualquer outro lugar, as pessoas são sempre atenciosas e sorridentes.
Sorriem mais que eu, pra falar a verdade.
Nova York é cheia de latinos. Provavelmente, só perde para Miami.
VERDADEIRO!
É muito comum você andar pela Times Square e ouvir alguém dizendo "Mira!" ("olha", em espanhol), ou, "você é brasileira? Pode tirar uma foto minha aqui na frente do M&M World?".
Pode parecer legal de início, mas não é. Ainda mais quando os falantes de espanhol resolvem dar uma de espertinhos e começam a falar que não falam inglês. E, por mais que você mande eles ficarem quietos, porque é a regra do hostel depois das 11 da noite, eles não se calam. Aí você é obrigada a apagar a luz da common area e expulsar todo mundo que está lá, incluindo os belgas e alemães que estavam quietos o tempo todo.
E, quando for a Miami, nem tente falar em inglês. As pessoas lá só falam espanhol.
A comida norte-americana é ruim e cara, até mesmo os fast-foods.
Depende...
Eu consegui achar lugares com boa comida, que nem eram assim tão caros (tipo o Jacob's Soul Food). O sanduíche da Subway é uma delícia, e compensa o preço.
Mas, é necessário se manter atento, para não pagar 4 dólares numa garrafa 400ml de água na Sbarros...
Tirando a comida, as coisas são bem baratas, principalmente eletrônicos e roupas.
Depende...
Se você for em lojas de marca, prepare-se para descobrir que isso não é verdade.
Mas, se você souber onde ir, aí, sim, querido. É barato. Pra eletrônicos, sugiro a Best Buy, em vários pontos da cidade.
Pra roupas... bem, isso eu ainda estou descobrindo. Mas me falaram de uma tal de Buffalo Exchange, que parece ser bem barata. Ah, mas isso é um tipo de brechó.
Bem, por enquanto é isso. Até o próximo post.
PS: Pedro Paulo, a Lud me falou que você está lendo o blog. Se isso for verdade, deixa um comentário aqui!
sábado, 11 de dezembro de 2010
É tanta coisa que nem dá pra falar tudo...
Estou em NY.
É tanta coisa pra fazer, tanto lugar pra conhecer, tanta gente pra ver...
Eu juro que estou tentando manter um diário de viagem, mas tá difícil.
Foi super tranquilo vir de avião. Chegar no lugar do trabalho não foi tão fácil assim, ainda mais porque o cara que explicou o caminho mandou a gente virar à direita quando a gente devia virar à esquerda, e ao contrário também.
Mas eu (e dois meninos brasileiros que vieram no mesmo voo, Rodrigo e Lúcifer) chegamos ao Jazz on Lenox, no Harlem. E é aqui que a gente vai morar/trabalhar pelos próximos meses.
O hostel é pequeno, um pouco bagunçado (imagina mais de 100 pessoas entrando e saindo o dia inteiro, falando milhares de linguas diferentes, e cada um falando inglês em um sotaque diferente), mas estranhamente confortável. O hostel é confortável, mas não a cama onde eu durmo. Ela é ruim.
Divdido o quarto com mais 7 pessoas, sendo que 4 também são brasileiras (Anna, Luciane, Lúcifer e Rodrigo - é, o quarto é misto). Nele também tem uma sul-africana (não sei como escrever o nome dela, mas deve ser algo como Iunes), um filipino (Paulo - que provavelmente tem outro nome, mas escolheu um nome ocidental, como a maior parte dos asiáticos fazem) e uma americana, Janele. Nos dois primeiros dias tinha ainda um outro americano, Gerald, mas ele já foi embora. Todos no quarto estão trabalhando no hostel (ou vão começar a trabalhar semana que vem, como é meu caso. Segunda e terça farei housekeeping de 9 am até 5 pm. Quarta e sexta vou ajudar na segurança noturna. Tipo, de madrugada, até 5 da manhã. Mas as atividades devem mudar a cada semana.)
Eu já aprendi a usar o metrô. Na verdade, com um mapa na mão, qualquer pessoa é capaz de usar o metrô, ou andar pelas ruas aqui em Manhattan. As ruas que cortam a cidade de leste a oeste vão aumentando de número à medida que você sobe a cidade (mais pro sul, números menores, mais pro norte, números maiores), e as avenidas que cortam Manhattan de norte a sul vão aumentando de número do rio East para o rio Hudson (mas algumas vezes essa avenidas têm nomes, tipo Madison Ave.). Agora, quem vai usar bastante o metrô -isso é, praticamente todo mundo que vai ficar durante mais de um dia em NY - precisa fazer o MetroCard. Você paga um valor determinado, e tem direito a andar de metrô ilimitadamente durante um certo período. Por US$89.00, você pode andar de metrô durante 30 dias. Tá, você precisa esperar 18 minutos entre uma e outra vez que você usa o cartão, mas isso praticamente não é problema.
O Central Park é lindo. Pense em todos aqueles filmes que você já viu, e que aconteciam no Central Park. É indescritível chegar lá. Na primeira vez que eu fui (com outros brasileiros), estava acontecendo homenagem para o John Lennon, na Strawberry Fields. O parque em si estava vazio, mas na Strawberry Fields tinha muita gente cantando Beatles, e repórteres cobrindo o acontecimento. Quase apareci de robert na cobertura da Record... hehe
Times Square... Brilhante. De noite, parece que esá de dia, porque tem muita luz. Lotado de gente, e muitos são brasileiros.
Rockefeller Center. Bonito e tal... Mas, sinceramente, eu achava que a árvore de natal e a pista de patinação fossem maiores.
MoMA. Frida Kahlo. Henri Matisse. Edvard Munch. Pablo Picasso. Van Gogh. Sem palavras. Perfeito, perfeito, perfeito (principalmente o 5º andar - que é onde estão as pinturas de todos acima.) Alguém sabe o que é ver "A Dança", a apenas dois metros de distância?
É.
Ontem à noite, ao invés de ir dormir cedo, como nos dias anteriores, fiquei acordada até mais tarde. O pessoal decidiu jogar Taboo (você tem que fazer seu time adivinhar uma palavra, ou nome, sem poder falar determinadas palavras, escritas no cartão que você tem.). Praticamente só tinha brasileiros e franceses na common area (e mais 3 americanos). Depois que o jogo acabou - minha equipe perdeu FEIO - ficamos conversando, rindo demais, tentando resolver o cubo mágico (um dos franceses resolveu em menos de 5 minutos, sem olhar para o cubo!). E teve gente dançando Lady Gaga. E hip hop, e funk (ouvir Dança da Motinha não era exatamente o que eu esperava dessa minha viagem pra NY!).
Bem, acho que é isso por enquanto.
Estou com saudade da minha família, da minha cama e dos meus amigos, mas estar aqui na Grande Maçã é uma boa experiência. Quem sabe o que ainda tem para acontecer?
Ah, não deu pra ir no show das Indigo Girls na quinta. Os ingressos estavam esgotados (aí, acabei indo à Times Square). Mas em 20 fevereiro eu com certeza vou no show do Common Rotation. Os meninos com quem eu estou andando querem ir no show da Lady Gaga, com Scissor Sisters no show de abertura, dia 22 de fevereiro (olha, é o aniversário da gorda-mor!). Mas eu acho que eu não vou.
Agora sim, é isso. Até o próximo post, fantasmas que leem o Five By Five.
É tanta coisa pra fazer, tanto lugar pra conhecer, tanta gente pra ver...
Eu juro que estou tentando manter um diário de viagem, mas tá difícil.
Foi super tranquilo vir de avião. Chegar no lugar do trabalho não foi tão fácil assim, ainda mais porque o cara que explicou o caminho mandou a gente virar à direita quando a gente devia virar à esquerda, e ao contrário também.
Mas eu (e dois meninos brasileiros que vieram no mesmo voo, Rodrigo e Lúcifer) chegamos ao Jazz on Lenox, no Harlem. E é aqui que a gente vai morar/trabalhar pelos próximos meses.
O hostel é pequeno, um pouco bagunçado (imagina mais de 100 pessoas entrando e saindo o dia inteiro, falando milhares de linguas diferentes, e cada um falando inglês em um sotaque diferente), mas estranhamente confortável. O hostel é confortável, mas não a cama onde eu durmo. Ela é ruim.
Divdido o quarto com mais 7 pessoas, sendo que 4 também são brasileiras (Anna, Luciane, Lúcifer e Rodrigo - é, o quarto é misto). Nele também tem uma sul-africana (não sei como escrever o nome dela, mas deve ser algo como Iunes), um filipino (Paulo - que provavelmente tem outro nome, mas escolheu um nome ocidental, como a maior parte dos asiáticos fazem) e uma americana, Janele. Nos dois primeiros dias tinha ainda um outro americano, Gerald, mas ele já foi embora. Todos no quarto estão trabalhando no hostel (ou vão começar a trabalhar semana que vem, como é meu caso. Segunda e terça farei housekeeping de 9 am até 5 pm. Quarta e sexta vou ajudar na segurança noturna. Tipo, de madrugada, até 5 da manhã. Mas as atividades devem mudar a cada semana.)
Eu já aprendi a usar o metrô. Na verdade, com um mapa na mão, qualquer pessoa é capaz de usar o metrô, ou andar pelas ruas aqui em Manhattan. As ruas que cortam a cidade de leste a oeste vão aumentando de número à medida que você sobe a cidade (mais pro sul, números menores, mais pro norte, números maiores), e as avenidas que cortam Manhattan de norte a sul vão aumentando de número do rio East para o rio Hudson (mas algumas vezes essa avenidas têm nomes, tipo Madison Ave.). Agora, quem vai usar bastante o metrô -isso é, praticamente todo mundo que vai ficar durante mais de um dia em NY - precisa fazer o MetroCard. Você paga um valor determinado, e tem direito a andar de metrô ilimitadamente durante um certo período. Por US$89.00, você pode andar de metrô durante 30 dias. Tá, você precisa esperar 18 minutos entre uma e outra vez que você usa o cartão, mas isso praticamente não é problema.
O Central Park é lindo. Pense em todos aqueles filmes que você já viu, e que aconteciam no Central Park. É indescritível chegar lá. Na primeira vez que eu fui (com outros brasileiros), estava acontecendo homenagem para o John Lennon, na Strawberry Fields. O parque em si estava vazio, mas na Strawberry Fields tinha muita gente cantando Beatles, e repórteres cobrindo o acontecimento. Quase apareci de robert na cobertura da Record... hehe
Times Square... Brilhante. De noite, parece que esá de dia, porque tem muita luz. Lotado de gente, e muitos são brasileiros.
Rockefeller Center. Bonito e tal... Mas, sinceramente, eu achava que a árvore de natal e a pista de patinação fossem maiores.
MoMA. Frida Kahlo. Henri Matisse. Edvard Munch. Pablo Picasso. Van Gogh. Sem palavras. Perfeito, perfeito, perfeito (principalmente o 5º andar - que é onde estão as pinturas de todos acima.) Alguém sabe o que é ver "A Dança", a apenas dois metros de distância?
Ontem à noite, ao invés de ir dormir cedo, como nos dias anteriores, fiquei acordada até mais tarde. O pessoal decidiu jogar Taboo (você tem que fazer seu time adivinhar uma palavra, ou nome, sem poder falar determinadas palavras, escritas no cartão que você tem.). Praticamente só tinha brasileiros e franceses na common area (e mais 3 americanos). Depois que o jogo acabou - minha equipe perdeu FEIO - ficamos conversando, rindo demais, tentando resolver o cubo mágico (um dos franceses resolveu em menos de 5 minutos, sem olhar para o cubo!). E teve gente dançando Lady Gaga. E hip hop, e funk (ouvir Dança da Motinha não era exatamente o que eu esperava dessa minha viagem pra NY!).
Bem, acho que é isso por enquanto.
Estou com saudade da minha família, da minha cama e dos meus amigos, mas estar aqui na Grande Maçã é uma boa experiência. Quem sabe o que ainda tem para acontecer?
Ah, não deu pra ir no show das Indigo Girls na quinta. Os ingressos estavam esgotados (aí, acabei indo à Times Square). Mas em 20 fevereiro eu com certeza vou no show do Common Rotation. Os meninos com quem eu estou andando querem ir no show da Lady Gaga, com Scissor Sisters no show de abertura, dia 22 de fevereiro (olha, é o aniversário da gorda-mor!). Mas eu acho que eu não vou.
Agora sim, é isso. Até o próximo post, fantasmas que leem o Five By Five.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Tá chegando!
Eu sei que não tem ninguém perdendo tempo, lendo meu blog. Eu mesma não leria ele.
Mas já que ele existe, vou escrever alguma coisa, e espanar a poeira.
E o que eu vou escrever? Pensa, pensa, pensa...
Ah! Sobre o intercâmbio!
Então, pelas minhas contas, faltam 19 dias antes da viagem! 19 DIAS! Eu nem vi o tempo passando. Foi tão rápido, tão... normal, que eu nem vi.
Teve a ida ao consulado, para tirar o visto no dia 04. Saímos daqui de Lavras quase meia-noite, no ônibus que veio de BH com uma parte dos alunos da capital. Dormi (mal) a maior parte da ida, só acordei quando a gente chegou no bairro do consulado.
Ficamos uma hora esperando do lado de fora, até a nossa hora marcada (8:00). Aproveitei o tempo para conversar com o Vinícius, o Diego e o Lúcifer, que também vão trabalhar para o Jazz Hostels. Quando finalmente deu a hora de entrar no consulado, continuei conversando com eles, pelas intermináveis filas.
Sou péssima em estimativas, mas devia ter umas 2500 ou 3000 pessoas lá. Alguém tinha dito que aquela primeira fila era uma "fila para pegar fila". E isso é a mais pura verdade.
O grande problema nem foi a entrevista, mas a fila para tirar as impressões digitais. Imaginem a cena: eu não havia dormido direito durante a madrugada, tinha comido só duas barrinhas de cereal nas últimas 10 horas e já havia passado por 2 filas imensas. Estava com uma senha na mão 8405. Olhei para o telão que avisava quais senhas estavam sendo chamadas... E reparei que os números eram chamados aleatoriamente!
A minha "sorte" é que consegui um lugar para sentar. Porque devo ter ficado mais de uma hora esperando minha senha ser chamada, e nada. Pessoas que pegaram a senha MUITO depois de mim foram chamadas para tirar as impressões digitais bem antes de mim.
Eu comecei a achar que nunca chamariam a minha senha, quando o painel resolveu mostrar as senhas em ordem, começando por aquelas que estavam havia muito tempo esperando.
Aí me chamaram, tiraram minhas digitais, fui pra fila da entrevista. E até que foi rapidinho.
A entrevista foi tranquila. Poucas perguntas, e apesar de todos os documentos que o pessoal da True Experience orientou que eu levasse, não me pediram nada. Nem mesmo a declaração de matrícula, que me deu tanto trabalho para tirar.
Fui uma das últimas pessoas (dos alunos da True) a sair do consulado. Todo mundo teve o J1 concedido, mas algumas pessoas que tentaram o visto de turista não conseguiram. Voltamos pra Lavras (ou BH, dependendo da origem das pessoas).
Eu estava morta!
Bom, passaram os dias, e agora a viagem está cada vez mais próxima. Já paguei a passagem -foi mais de R$ 1800,00!- e estou arrumando os últimos detalhes antes da minha ida...
...dá uma coisa estranha, ao pensar que estou indo para um outro país. Ficar longe da minha família (sempre morei com meus pais), numa cultura diferente da minha, recebendo míseros US$75,00 por semana... Isso me deixa um pouco assustada, mas ao mesmo tempo me dá uma vontade incontrolável de ver o tempo passando ainda mais rápido, para que meu intercâmbio aconteça!
E uma coisa que me dá muita ansiedade para chegar logo lá é que vai ter show das Indigo Girls dia 9/12 em NY. E se eu for trabalhar/morar no Jazz on the Town, dá pra ir a pé ao local do show!
Bem, mas isso é cena dos próximos capítulos.
Ah!, antes que eu me esqueça, fiz minha inscrição no site do Jornal Hoje, para, quem sabe, ser blogueira da seção Intercâmbio. Duvido que me escolham, mas vai que eu estou errada?
Aí eu terei certeza que alguém lê meu blog.
Mas já que ele existe, vou escrever alguma coisa, e espanar a poeira.
E o que eu vou escrever? Pensa, pensa, pensa...
Ah! Sobre o intercâmbio!
Então, pelas minhas contas, faltam 19 dias antes da viagem! 19 DIAS! Eu nem vi o tempo passando. Foi tão rápido, tão... normal, que eu nem vi.
Teve a ida ao consulado, para tirar o visto no dia 04. Saímos daqui de Lavras quase meia-noite, no ônibus que veio de BH com uma parte dos alunos da capital. Dormi (mal) a maior parte da ida, só acordei quando a gente chegou no bairro do consulado.
Ficamos uma hora esperando do lado de fora, até a nossa hora marcada (8:00). Aproveitei o tempo para conversar com o Vinícius, o Diego e o Lúcifer, que também vão trabalhar para o Jazz Hostels. Quando finalmente deu a hora de entrar no consulado, continuei conversando com eles, pelas intermináveis filas.
Sou péssima em estimativas, mas devia ter umas 2500 ou 3000 pessoas lá. Alguém tinha dito que aquela primeira fila era uma "fila para pegar fila". E isso é a mais pura verdade.
O grande problema nem foi a entrevista, mas a fila para tirar as impressões digitais. Imaginem a cena: eu não havia dormido direito durante a madrugada, tinha comido só duas barrinhas de cereal nas últimas 10 horas e já havia passado por 2 filas imensas. Estava com uma senha na mão 8405. Olhei para o telão que avisava quais senhas estavam sendo chamadas... E reparei que os números eram chamados aleatoriamente!
A minha "sorte" é que consegui um lugar para sentar. Porque devo ter ficado mais de uma hora esperando minha senha ser chamada, e nada. Pessoas que pegaram a senha MUITO depois de mim foram chamadas para tirar as impressões digitais bem antes de mim.
Eu comecei a achar que nunca chamariam a minha senha, quando o painel resolveu mostrar as senhas em ordem, começando por aquelas que estavam havia muito tempo esperando.
Aí me chamaram, tiraram minhas digitais, fui pra fila da entrevista. E até que foi rapidinho.
A entrevista foi tranquila. Poucas perguntas, e apesar de todos os documentos que o pessoal da True Experience orientou que eu levasse, não me pediram nada. Nem mesmo a declaração de matrícula, que me deu tanto trabalho para tirar.
Fui uma das últimas pessoas (dos alunos da True) a sair do consulado. Todo mundo teve o J1 concedido, mas algumas pessoas que tentaram o visto de turista não conseguiram. Voltamos pra Lavras (ou BH, dependendo da origem das pessoas).
Eu estava morta!
Bom, passaram os dias, e agora a viagem está cada vez mais próxima. Já paguei a passagem -foi mais de R$ 1800,00!- e estou arrumando os últimos detalhes antes da minha ida...
...dá uma coisa estranha, ao pensar que estou indo para um outro país. Ficar longe da minha família (sempre morei com meus pais), numa cultura diferente da minha, recebendo míseros US$75,00 por semana... Isso me deixa um pouco assustada, mas ao mesmo tempo me dá uma vontade incontrolável de ver o tempo passando ainda mais rápido, para que meu intercâmbio aconteça!
E uma coisa que me dá muita ansiedade para chegar logo lá é que vai ter show das Indigo Girls dia 9/12 em NY. E se eu for trabalhar/morar no Jazz on the Town, dá pra ir a pé ao local do show!
Bem, mas isso é cena dos próximos capítulos.
Ah!, antes que eu me esqueça, fiz minha inscrição no site do Jornal Hoje, para, quem sabe, ser blogueira da seção Intercâmbio. Duvido que me escolham, mas vai que eu estou errada?
Aí eu terei certeza que alguém lê meu blog.
domingo, 17 de outubro de 2010
49 (or 47, or 51) and counting down...
Estou começando a ficar ansiosa. Tá, "ficar ansiosa" é uma coisa bem comum de acontecer comigo. Mas dessa vez é sério.
Em maio eu venci um quiz realizado pela True Experience. Era uma competição de conhecimentos gerais entre duplas e trios de universitários. Minha equipe se chamava "Nibiru"*, e inicialmente era composta apenas por mim e pelo meu amigo Henrique. Lá na hora, conhecemos o Gilberto, que estava sem equipe, e pediu pra entrar na nossa. Aceitamos.
Pois bem, lá estava a equipe Nibiru, composta por uma nerd, um amigo que chamou a nerd e o cara que caiu de paraquedas. Primeira fase: fomos classificados pra fase seguinte. E depois passamos pra penúltima fase, em que 8 equipes tinham que responder perguntas, num estilo meio... Passa ou Repassa, só que sem poder passar/repassar a pergunta. (Ou seja, não tinha quase nada a ver com o Passa ou Repassa). As quatro equipes classificadas então (Nibiru, Casal, Bazinga e... como era o nome da outra equipe mesmo?) foram para a última fase, que terminaria só alguns dias depois.
No maior espírito gincana, saímos recolhendo doações de agasalhos, fotos de gêmeos, pessoas com mais de 70 anos de idade, e estrangeiros.
Alguns dias depois, saiu o resultado: com 13 pontos, a equipe Nibiru era a vencedora do quiz 2010 da True Experience! E o prêmio? 50% off no pagamento do programa Jobs USA 2010.
A chance que eu precisava para sair do país!
Logo minha casa virou uma fábrica de doces para festa, pois minha família precisava dar um jeito de ter mais dinheiro pra pagar o intercâmbio (50% mais barato não significa que é barato). E lá foi minha mãe, fazendo brigadeiro, olho de sogra, moranguinho, chapéu-de-napoleão, doce de leite ninho... E é um tal de ficar até 1:30 da manhã acordada, ajudando minha mãe a enrolar e embalar os doces.
Conseguimos pagar as parcelas (ok, ainda falta a parcela do visto e a da passagem de avião), corri atrás de um tanto de documento, me estressei MUITO.
Aí, a True Experience marcou a data da feira de empregos, que é quando os participantes do Jobs são entrevistados. Dia 10 de setembro.
Pra maioria das pessoas, 10 de setembro é uma data como 7 de julho, ou 15 de dezembro, ou 30 de janeiro. Mas pra mim, 10 de setembro é a véspera do meu aniversário. Geralmente, as coisas correm muito bem pra mim nas vésperas das coisas, incluindo a véspera do meu aniversário. Encarei isso como um bom sinal.
Eu queria, de todo jeito, ir pra New York. Acho que nem é necessário explicar. NY é NY. E, pela lista que o pessoal da True havia enviado, eu tinha chance de trabalhar na Big Apple.
Para ser entrevistado, havia uma lista, que seguia a ordem de matrícula no programa. Os primeiros seriam entrevistados de manhã, os outros, na parte da tarde.
Minha entrevista era de manhã. "Bom sinal", eu pensei.
Mas, quando vi a lista, eu era a 56ª da fila! "Não vai sobrar emprego em NY, não vai sobrar emprego em NY..."
O interessante é que, quando chegou a minha vez de decidir pra qual entrevista que eu queria ir, apenas 1 pessoa estava contratada pra um dos empregos de NYC.
"UFA"
E, depois de uma entrevista relativamente tranquila, eu estava contratada para trabalhar no Jazz Hostel, em NY, com início do trabalho previsto pra 7 de dezembro, mas embarque dia 5. Porém, essas datas são apenas referências. A viagem pode ocorrer dois dias antes (3 de dezembro), ou 2 dias depois (7 de dezembro).
Comecei a contagem regressiva, tentando não pensar muito no que vai acontecer comigo daqui pra frente.
Na internet, comecei a conversar com os 4 caras que também estão indo trabalhar no Jazz (Diego, Vinícius, Lucifer e Rodrigo). E eu até estava levando numa boa a expectativa pra viagem.
Mas agora, um problema surgiu: o visto. Estou morrendo de medo de ter o visto negado. Por Hermes, o deus dos viajantes, que o consulado americano não negue meu visto!
Bem, essa parte da história só será revelada no dia 4 de novembro.
Até lá, pensamento positivo e bola pra frente...
Porque faltam só 49 dias!
Ou 47.
Ou 51.
Ou 48 ou 50.
*Nibiru é o planeta que dizem que vai se chocar com a Terra em 2012, trazendo o fim do mundo. O único problema/consolo é que ele não existe.
Em maio eu venci um quiz realizado pela True Experience. Era uma competição de conhecimentos gerais entre duplas e trios de universitários. Minha equipe se chamava "Nibiru"*, e inicialmente era composta apenas por mim e pelo meu amigo Henrique. Lá na hora, conhecemos o Gilberto, que estava sem equipe, e pediu pra entrar na nossa. Aceitamos.
Pois bem, lá estava a equipe Nibiru, composta por uma nerd, um amigo que chamou a nerd e o cara que caiu de paraquedas. Primeira fase: fomos classificados pra fase seguinte. E depois passamos pra penúltima fase, em que 8 equipes tinham que responder perguntas, num estilo meio... Passa ou Repassa, só que sem poder passar/repassar a pergunta. (Ou seja, não tinha quase nada a ver com o Passa ou Repassa). As quatro equipes classificadas então (Nibiru, Casal, Bazinga e... como era o nome da outra equipe mesmo?) foram para a última fase, que terminaria só alguns dias depois.
No maior espírito gincana, saímos recolhendo doações de agasalhos, fotos de gêmeos, pessoas com mais de 70 anos de idade, e estrangeiros.
Alguns dias depois, saiu o resultado: com 13 pontos, a equipe Nibiru era a vencedora do quiz 2010 da True Experience! E o prêmio? 50% off no pagamento do programa Jobs USA 2010.
A chance que eu precisava para sair do país!
Logo minha casa virou uma fábrica de doces para festa, pois minha família precisava dar um jeito de ter mais dinheiro pra pagar o intercâmbio (50% mais barato não significa que é barato). E lá foi minha mãe, fazendo brigadeiro, olho de sogra, moranguinho, chapéu-de-napoleão, doce de leite ninho... E é um tal de ficar até 1:30 da manhã acordada, ajudando minha mãe a enrolar e embalar os doces.
Conseguimos pagar as parcelas (ok, ainda falta a parcela do visto e a da passagem de avião), corri atrás de um tanto de documento, me estressei MUITO.
Aí, a True Experience marcou a data da feira de empregos, que é quando os participantes do Jobs são entrevistados. Dia 10 de setembro.
Pra maioria das pessoas, 10 de setembro é uma data como 7 de julho, ou 15 de dezembro, ou 30 de janeiro. Mas pra mim, 10 de setembro é a véspera do meu aniversário. Geralmente, as coisas correm muito bem pra mim nas vésperas das coisas, incluindo a véspera do meu aniversário. Encarei isso como um bom sinal.
Eu queria, de todo jeito, ir pra New York. Acho que nem é necessário explicar. NY é NY. E, pela lista que o pessoal da True havia enviado, eu tinha chance de trabalhar na Big Apple.
Para ser entrevistado, havia uma lista, que seguia a ordem de matrícula no programa. Os primeiros seriam entrevistados de manhã, os outros, na parte da tarde.
Minha entrevista era de manhã. "Bom sinal", eu pensei.
Mas, quando vi a lista, eu era a 56ª da fila! "Não vai sobrar emprego em NY, não vai sobrar emprego em NY..."
O interessante é que, quando chegou a minha vez de decidir pra qual entrevista que eu queria ir, apenas 1 pessoa estava contratada pra um dos empregos de NYC.
"UFA"
E, depois de uma entrevista relativamente tranquila, eu estava contratada para trabalhar no Jazz Hostel, em NY, com início do trabalho previsto pra 7 de dezembro, mas embarque dia 5. Porém, essas datas são apenas referências. A viagem pode ocorrer dois dias antes (3 de dezembro), ou 2 dias depois (7 de dezembro).
Comecei a contagem regressiva, tentando não pensar muito no que vai acontecer comigo daqui pra frente.
Na internet, comecei a conversar com os 4 caras que também estão indo trabalhar no Jazz (Diego, Vinícius, Lucifer e Rodrigo). E eu até estava levando numa boa a expectativa pra viagem.
Mas agora, um problema surgiu: o visto. Estou morrendo de medo de ter o visto negado. Por Hermes, o deus dos viajantes, que o consulado americano não negue meu visto!
Bem, essa parte da história só será revelada no dia 4 de novembro.
Até lá, pensamento positivo e bola pra frente...
Porque faltam só 49 dias!
Ou 47.
Ou 51.
Ou 48 ou 50.
*Nibiru é o planeta que dizem que vai se chocar com a Terra em 2012, trazendo o fim do mundo. O único problema/consolo é que ele não existe.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
#anyafeelings
"I'm a part of the system. I'm a working gal."
É com essa frase memorável de Anya Christina Emmanuella Jenkins, a ex-demônio da vingança mais amada do Buffyverse, que eu começo meu post.
Se tem alguém lendo o blog (o que eu duvido bastante, pois nunca ninguém deixa comentários ao fim dos posts), deve ter percebido que eu finalmente quebrei a regra do dia 12.
Regra do dia 12?
É que nos últimos meses (junho, julho e agosto), os posts só aconteceram no dia 12 de cada mês. Mas passou 12 de setembro e nada de eu postar aqui.
A minha desculpa (que como todas as desculpas é uma mentira com fundo de verdade), é que eu comecei a trabalhar.
Ah, vá, trabalhar não é exatamente a palavra, porque a ideia de "trabalho" consiste em uma parte oferecer serviços, e a outra pagar por eles. Eu tenho oferecido meus serviços, mas no fim (quando completar 2 semanas de trabalho) não vou receber nada.
Quero dizer... terei ganhado experiência.
Isso conta.
Pra mim.
Pelo menos.
Eu acho.
A questão é que hoje eu finalmente entendi a frase da Anya que eu coloquei no começo do post. Eu estava entrando no ônibus pra voltar pra casa, quando o sentimento me atingiu, e eu finalmente entendi a alegria que Anya sentia em "Family". Fazer parte da sociedade. Ter seu lugar (ainda que provisoriamente). É bom.
Então, eu chego em casa, e percebo que isso não muda em nada a minha vida, porque meu pai continua pegando no meu pé. Reclamando das coisas que eu faço. Reclamando das coisas que eu não faço. Achando ruim que eu fique brava porque colocaram meu box da 3ª temporada de Buffy na estante, de um jeito que vai estragá-lo.
Por que é que eu ainda não arranjei um emprego (de verdade), pra poder ir morar sozinha numa kitnet e não precisar dar satisfação da minha vida?
-Anya (Family, BtVS 5X06)
É com essa frase memorável de Anya Christina Emmanuella Jenkins, a ex-demônio da vingança mais amada do Buffyverse, que eu começo meu post.
Se tem alguém lendo o blog (o que eu duvido bastante, pois nunca ninguém deixa comentários ao fim dos posts), deve ter percebido que eu finalmente quebrei a regra do dia 12.
Regra do dia 12?
É que nos últimos meses (junho, julho e agosto), os posts só aconteceram no dia 12 de cada mês. Mas passou 12 de setembro e nada de eu postar aqui.
A minha desculpa (que como todas as desculpas é uma mentira com fundo de verdade), é que eu comecei a trabalhar.
Ah, vá, trabalhar não é exatamente a palavra, porque a ideia de "trabalho" consiste em uma parte oferecer serviços, e a outra pagar por eles. Eu tenho oferecido meus serviços, mas no fim (quando completar 2 semanas de trabalho) não vou receber nada.
Quero dizer... terei ganhado experiência.
Isso conta.
Pra mim.
Pelo menos.
Eu acho.
A questão é que hoje eu finalmente entendi a frase da Anya que eu coloquei no começo do post. Eu estava entrando no ônibus pra voltar pra casa, quando o sentimento me atingiu, e eu finalmente entendi a alegria que Anya sentia em "Family". Fazer parte da sociedade. Ter seu lugar (ainda que provisoriamente). É bom.
Então, eu chego em casa, e percebo que isso não muda em nada a minha vida, porque meu pai continua pegando no meu pé. Reclamando das coisas que eu faço. Reclamando das coisas que eu não faço. Achando ruim que eu fique brava porque colocaram meu box da 3ª temporada de Buffy na estante, de um jeito que vai estragá-lo.
Por que é que eu ainda não arranjei um emprego (de verdade), pra poder ir morar sozinha numa kitnet e não precisar dar satisfação da minha vida?
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Sugestões musicais
Parece que eu assinei comigo mesma um contrato que estipula que todo dia 12 de cada mês eu devo lembrar que tenho um blog e que devo deixar um post nele. Acha que eu estou brincando? Confira a data desta postagem e das duas anteriores. Vai lá, tem 15 segundos pra fazer isso...
Viu? 12 de agosto, 12 de julho, 12 de junho... Tá, em junho eu fui mais frequente, até mesmo deixando mais de um post por dia.
Ok, parando com a small talk e indo ao assunto que eu me propunha a escrever quando abri essa página de nova postagem...
Nos últimos meses comecei a experimentar meu gosto musical, para ver até onde eu conseguiria chegar. O resultado foi:
estou presa num círculo vicioso de música folk, indie folk e indie country (isso existe??).
Han, como assim?
Em questão de alguns meses, eu saí de Avril Lavigne, Simple Plan, t.A.T.u e Green Day* e cheguei a Tracy Chapman, Common Rotation, Eric Kufs e Indigo Girls.
As histórias que me levaram a cada uma dessas bandas/cantores são bastante longas e estranhas, então não vou gastar meu tempo descrevendo. A única história mais simples é a de como eu conheci a dupla Indigo Girls. Há alguns dias o Common Rotation fez uma participação no show da Indigo Girls. Eu assisti aos vídeos no youtube (clique aqui pra ver. Aqui tambem e aqui por fim), gostei e fui atrás.
Pois bem, vamos conhecer cada banda... E como eu estou com sono, os textos serão copiados do lastfm. (Falando em lastfm, eu tenho um perfil por lá...)
Tracy Chapman.
"Tracy Chapman (Cleveland, Ohio, 30 de março de 1964) é uma cantora de música pop rhythm-and-blues jazz e soul norte-americana, vencedora por diversas vezes do Grammy, tornada mundialmente famosa por suas cançôes “Baby Can I Hold You”, “Bang bang bang”, “Fast car”. Tracy Chapman toca guitarra e escreve canções desde criança.(...) Chapman apresenta-se desde 1988. Ainda durante a faculdade, Chapman começou a apresentar-se nas ruas, tocando seu violão em cafés de Cambridge, Massachussets. Enquanto esperava sua graduação acadêmica, assinou contrato com a SBK Records, em 1988, lançando seu primeiro álbum, intitulado “Tracy Chapman” - que foi logo aclamado pela crítica, e ela passou a realizar tournês e conquistar o público. Após sua aparição num programa de TV, em homenagem aos setenta anos de Nelson Mandela, em junho, sua música “Fast Car” alcançou o topo das paradas nos Estados Unidos, ficando entre as 10 mais executadas da lista da Billboard Hot 100, enquanto outras faixas também ficavam entre as mais ouvidas, “Baby Can I Hold You” entre estas. O disco vendeu bem, alcançando vários certificados de vendagem da RIAA (discos de platina), e fazendo-a vencer no ano seguinte (1989) quatro Grammy Awards, inclusive a de melhor artista revelação."
Para conhecer mais:
MySpace
Site oficial (informação 'criança-feliz': dá pra colorir o site!)
Common Rotation - (esse eu estou copiando do lastfm, mas fui eu quem escreveu. :P )
"O Common Rotation é uma banda americana de folk/ power-pop/
indie, atualmente formada por Adam Busch, Eric Kufs e Jordan Katz.
A banda surgiu em 1999, quando Adam e Eric, fãs de Elvis Costello, ainda estavam no ensino médio em East Meadow, New York. Inicialmente a banda se chamava “28 Orange Street”, mas depois teve seu nome trocado para Common Rotation.
Muitas das gravações do Common Rotation são de apresentações ao vivo, mas eles lançaram o EP “Clear Channel”, e os álbuns “Common Rotation”, “The Big Fear” e “Isalie”."
Para os eventuais fãs de Buffy: sim, esse Adam Busch é aquele Adam Busch, que interpretava o maldito Warren que matou a Tara. Esse era o motivo que eu tinha para não querer ouvir Common Rotation, mas acabei assistindo um vídeo deles (esse aqui), e apaixonei.
Para conhecer:
MySpace
Site Oficial
The Union Maid (projeto de publicação de novas músicas, quase diárias -em teoria-. Downloads oficiais gratuitos)
Comunidade no Orkut
Eric Kufs

Er... Nenhuma informação disponível sobre Eric Kufs. Mas ele é um dos membros fundadores do Common Rotation. Se quiser conhecer as músicas dele, vá até o The Union Maid e baixe as músicas "All at once", "Come for me", "Lady Liberty", "Truth in ad", "Been Loved" e mais algumas, porque lá tem bastante música e eu não consigo me lembrar quais são só dele e quais são do Common Rotation.
Indigo girls
"O Indigo Girls é composto por Amy Ray e Emily Saliers. Elas se conheceram no playground de uma escola primária em Decatur, Georgia, e têm tocado juntas desde o
ensino médio. Foram contratadas pela Epic Records em 1989 e ganharam o Grammy de melhor albúm comtemporâneo folk naquele ano. Algumas de suas músicas são “Galileo”, “Closer to Fine,” e “Shame on You.” (...) Ray e Saliers têm também projetos paralelos. Ray é dona e fundadora da Daemon Records, um selo musical independente com sede em Decatur. Ela também segue a carreira solo, tendo lançado dois albuns até agora. Saliers é sócia num empreendimento chamado Watershed, um restaurante e cantina de vinhos em Decatur. Juntas, como Indigo Girls estão sempre em turnê. Seu mais recente album, Despite Our Differences, foi lançado em 19 de Setembro de 2006."
MySpace (não sei se é o oficial)
Site oficial
Pois bem, era isso que eu tinha pra falar.
*Ainda ouço as bandas listadas. Mas a frequência diminuiu bastante.
----------------------------------------
Alguém de Lavras lendo? Se tiver, bem, sábado agora (14 de agosto) vai acontecer o ProGammon Livre, um dos eventos da festa do Gammon. Eu, minha irmã e uma amiga dela vamos nos apresentar, tocando "1,2,3,4", do Plain White T's, e "Lanterna dos Afogados", do Paralamas do Sucesso. Se quiser ver a gente tocando/pagando mico/sendo vaiadas/sendo aplaudidas, é só aparecer no campus Chácara às 19:00.
A nossa banda chama "42" (em inglês), e devemos ser uma das últimas a tocar.
----------------------------------------
Até... 12 de setembro?
Viu? 12 de agosto, 12 de julho, 12 de junho... Tá, em junho eu fui mais frequente, até mesmo deixando mais de um post por dia.
Ok, parando com a small talk e indo ao assunto que eu me propunha a escrever quando abri essa página de nova postagem...
Nos últimos meses comecei a experimentar meu gosto musical, para ver até onde eu conseguiria chegar. O resultado foi:
estou presa num círculo vicioso de música folk, indie folk e indie country (isso existe??).
Han, como assim?
Em questão de alguns meses, eu saí de Avril Lavigne, Simple Plan, t.A.T.u e Green Day* e cheguei a Tracy Chapman, Common Rotation, Eric Kufs e Indigo Girls.
As histórias que me levaram a cada uma dessas bandas/cantores são bastante longas e estranhas, então não vou gastar meu tempo descrevendo. A única história mais simples é a de como eu conheci a dupla Indigo Girls. Há alguns dias o Common Rotation fez uma participação no show da Indigo Girls. Eu assisti aos vídeos no youtube (clique aqui pra ver. Aqui tambem e aqui por fim), gostei e fui atrás.
Pois bem, vamos conhecer cada banda... E como eu estou com sono, os textos serão copiados do lastfm. (Falando em lastfm, eu tenho um perfil por lá...)
Tracy Chapman.
"Tracy Chapman (Cleveland, Ohio, 30 de março de 1964) é uma cantora de música pop rhythm-and-blues jazz e soul norte-americana, vencedora por diversas vezes do Grammy, tornada mundialmente famosa por suas cançôes “Baby Can I Hold You”, “Bang bang bang”, “Fast car”. Tracy Chapman toca guitarra e escreve canções desde criança.(...) Chapman apresenta-se desde 1988. Ainda durante a faculdade, Chapman começou a apresentar-se nas ruas, tocando seu violão em cafés de Cambridge, Massachussets. Enquanto esperava sua graduação acadêmica, assinou contrato com a SBK Records, em 1988, lançando seu primeiro álbum, intitulado “Tracy Chapman” - que foi logo aclamado pela crítica, e ela passou a realizar tournês e conquistar o público. Após sua aparição num programa de TV, em homenagem aos setenta anos de Nelson Mandela, em junho, sua música “Fast Car” alcançou o topo das paradas nos Estados Unidos, ficando entre as 10 mais executadas da lista da Billboard Hot 100, enquanto outras faixas também ficavam entre as mais ouvidas, “Baby Can I Hold You” entre estas. O disco vendeu bem, alcançando vários certificados de vendagem da RIAA (discos de platina), e fazendo-a vencer no ano seguinte (1989) quatro Grammy Awards, inclusive a de melhor artista revelação."Para conhecer mais:
MySpace
Site oficial (informação 'criança-feliz': dá pra colorir o site!)
Common Rotation - (esse eu estou copiando do lastfm, mas fui eu quem escreveu. :P )
"O Common Rotation é uma banda americana de folk/ power-pop/
indie, atualmente formada por Adam Busch, Eric Kufs e Jordan Katz.A banda surgiu em 1999, quando Adam e Eric, fãs de Elvis Costello, ainda estavam no ensino médio em East Meadow, New York. Inicialmente a banda se chamava “28 Orange Street”, mas depois teve seu nome trocado para Common Rotation.
Muitas das gravações do Common Rotation são de apresentações ao vivo, mas eles lançaram o EP “Clear Channel”, e os álbuns “Common Rotation”, “The Big Fear” e “Isalie”."
Para os eventuais fãs de Buffy: sim, esse Adam Busch é aquele Adam Busch, que interpretava o maldito Warren que matou a Tara. Esse era o motivo que eu tinha para não querer ouvir Common Rotation, mas acabei assistindo um vídeo deles (esse aqui), e apaixonei.
Para conhecer:
MySpace
Site Oficial
The Union Maid (projeto de publicação de novas músicas, quase diárias -em teoria-. Downloads oficiais gratuitos)
Comunidade no Orkut
Eric Kufs

Er... Nenhuma informação disponível sobre Eric Kufs. Mas ele é um dos membros fundadores do Common Rotation. Se quiser conhecer as músicas dele, vá até o The Union Maid e baixe as músicas "All at once", "Come for me", "Lady Liberty", "Truth in ad", "Been Loved" e mais algumas, porque lá tem bastante música e eu não consigo me lembrar quais são só dele e quais são do Common Rotation.
Indigo girls
"O Indigo Girls é composto por Amy Ray e Emily Saliers. Elas se conheceram no playground de uma escola primária em Decatur, Georgia, e têm tocado juntas desde o
MySpace (não sei se é o oficial)
Site oficial
Pois bem, era isso que eu tinha pra falar.
*Ainda ouço as bandas listadas. Mas a frequência diminuiu bastante.
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Alguém de Lavras lendo? Se tiver, bem, sábado agora (14 de agosto) vai acontecer o ProGammon Livre, um dos eventos da festa do Gammon. Eu, minha irmã e uma amiga dela vamos nos apresentar, tocando "1,2,3,4", do Plain White T's, e "Lanterna dos Afogados", do Paralamas do Sucesso. Se quiser ver a gente tocando/pagando mico/sendo vaiadas/sendo aplaudidas, é só aparecer no campus Chácara às 19:00.
A nossa banda chama "42" (em inglês), e devemos ser uma das últimas a tocar.
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Até... 12 de setembro?
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Recuperando a infância II
Exatamente há um mês eu deixei um post sobre coisas que marcaram minha infância. Hoje, eu volto com o mesmo propósito.
A culpa é do MSN.
Sabe aquela janelinha chata que abre quando você entra no MSN? Então, naquela janelinha havia uma "chamada" para um artigo falando por onde anda a galera da TV C.R.U.J. (Aqui está o artigo)
Qualquer pessoa que era criança na década de 90 deve se lembrar de Caju, Chiclé, Macaco, Maluca e Pipoca. Os apresentadores do Comitê Revulocionário Ultra-Jovem eram a presença obrigatória na televisão das crianças, nas noites de segunda à sexta, das 17:30 às 18:30 (no início). Eu simplesmente amava aquele programa!
E
ntão, o MSN fez um artigo sobre a tv CRUJ, eu li e fui pro youtube procurar vídeos do programa para assistir. Achei o primeiro de todos: TV CRUJ
SAUDADE!
Só que não ficou por aí. Fui lembrando dos desenhos que eu assistia quando criança. Não só na TV CRUJ, mas em qualquer programação infantil.
E vejam o que eu acabei reassistindo:
Super patos
Múmias vivas
Gárgulas
O Fantástico Mundo de Bobby
Os Ursinhos Carinhosos
Bananas de Pijamas
Doug
Marsupilâmi
Para completar, a @CarlaMachado me indicou um jogo no Nostalgiando; vale a pena conferir!
Eu vou ficando por aqui, amiguinhos.
CRUJ, CRUJ, CRUJ, TCHAU!
A culpa é do MSN.
Sabe aquela janelinha chata que abre quando você entra no MSN? Então, naquela janelinha havia uma "chamada" para um artigo falando por onde anda a galera da TV C.R.U.J. (Aqui está o artigo)
Qualquer pessoa que era criança na década de 90 deve se lembrar de Caju, Chiclé, Macaco, Maluca e Pipoca. Os apresentadores do Comitê Revulocionário Ultra-Jovem eram a presença obrigatória na televisão das crianças, nas noites de segunda à sexta, das 17:30 às 18:30 (no início). Eu simplesmente amava aquele programa!
E
ntão, o MSN fez um artigo sobre a tv CRUJ, eu li e fui pro youtube procurar vídeos do programa para assistir. Achei o primeiro de todos: TV CRUJSAUDADE!
Só que não ficou por aí. Fui lembrando dos desenhos que eu assistia quando criança. Não só na TV CRUJ, mas em qualquer programação infantil.
E vejam o que eu acabei reassistindo:
Super patos
Múmias vivas
Gárgulas
O Fantástico Mundo de Bobby
Os Ursinhos Carinhosos
Bananas de Pijamas
Doug
Marsupilâmi
Para completar, a @CarlaMachado me indicou um jogo no Nostalgiando; vale a pena conferir!
Eu vou ficando por aqui, amiguinhos.
CRUJ, CRUJ, CRUJ, TCHAU!
sábado, 12 de junho de 2010
Recuperando a infância
Todo mundo tem seus momentos de nostalgia, certo?
Há algumas semanas, eu e minha amiga Carla estávamos relembrando sobre Pokémon. Vocês se lembram como era bom ver as aventuras de Ash, Misty e Brock?
Eu adorava.
Queria ser da equipe Rocket. Claro que não igual à Jesse, James e Meowth. Mas os Rockets bem sucedidos, sabe?
Outra coisa que me deu saudade foi o filme
Abracadabra (Hocus Pocus), da Disney.
Não sei o porquê, mas esse filme, dirigido por Kenny Ortega, foi o que eu mais assisti na minha infância (e provavelmente, vai ser o mais assistido na minha vida).
A verdade é que eu não conseguia parar de assistir as trapalhadas das irmãs Sanderson - Winifred, Mary e Sarah.
Hoje, depois de algum tempo de procura, finalmente consegui reassistir esse clássico. Eu ainda sabia algumas falas clássicas do filme (por exemplo, na hora que as três bruxas começam a se lembrar da mãe, e falam juntas "Mamãe...")
E eu ri. Ri muito, porque algumas piadas agora fazem sentido pra mim.
"Quem é você? New Kids On The Block?"
Até parece que eu sabia o que era New Kids On The Block quando eu tinha 7 anos de idade...
O mais divertido porém, é que o filme continua sendo engraçado, mesmo depois de eu ter crescido. Eu estava esperando me arrepender, e ficar "como é que eu gostava desse filme antes?", só que Abracadabra é uma obra prima da Disney, e eu sei que SEMPRE que reassistir esse filme, eu vou rir das piadas e das expressões faciais das atrizes que interpretaram as Sanderson.
Porque Hocus Pocus é muito bom!
Está esperando o que? Vá logo reassistir o seu filme de infância preferido! Seja feliz. =D
----------------------
Ainda está esperando ler alguma coisa sobre o dia dos namorados?
Beleza:
Assista esse video e seja feliz, solteiro ou comprometido:
1,2,3,4 - Plain White T's
http://www.youtube.com/watch?v=PYp0GVzmLgY&feature=player_embedded
----------------------
Tchau.
Há algumas semanas, eu e minha amiga Carla estávamos relembrando sobre Pokémon. Vocês se lembram como era bom ver as aventuras de Ash, Misty e Brock?

Eu adorava.
Queria ser da equipe Rocket. Claro que não igual à Jesse, James e Meowth. Mas os Rockets bem sucedidos, sabe?
Outra coisa que me deu saudade foi o filme
Abracadabra (Hocus Pocus), da Disney.Não sei o porquê, mas esse filme, dirigido por Kenny Ortega, foi o que eu mais assisti na minha infância (e provavelmente, vai ser o mais assistido na minha vida).
A verdade é que eu não conseguia parar de assistir as trapalhadas das irmãs Sanderson - Winifred, Mary e Sarah.
Hoje, depois de algum tempo de procura, finalmente consegui reassistir esse clássico. Eu ainda sabia algumas falas clássicas do filme (por exemplo, na hora que as três bruxas começam a se lembrar da mãe, e falam juntas "Mamãe...")
E eu ri. Ri muito, porque algumas piadas agora fazem sentido pra mim.
"Quem é você? New Kids On The Block?"
Até parece que eu sabia o que era New Kids On The Block quando eu tinha 7 anos de idade...
O mais divertido porém, é que o filme continua sendo engraçado, mesmo depois de eu ter crescido. Eu estava esperando me arrepender, e ficar "como é que eu gostava desse filme antes?", só que Abracadabra é uma obra prima da Disney, e eu sei que SEMPRE que reassistir esse filme, eu vou rir das piadas e das expressões faciais das atrizes que interpretaram as Sanderson.
Porque Hocus Pocus é muito bom!
Está esperando o que? Vá logo reassistir o seu filme de infância preferido! Seja feliz. =D
----------------------
Ainda está esperando ler alguma coisa sobre o dia dos namorados?
Beleza:
Assista esse video e seja feliz, solteiro ou comprometido:
1,2,3,4 - Plain White T's
http://www.youtube.com/watch?v=PYp0GVzmLgY&feature=player_embedded
----------------------
Tchau.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Amber Benson entrevistada pelo AfterEllen
Journey
Ontem foi ao ar a season finale de Glee. Tentei assistir por streaming, mas estava horrível. Acabei deixando pra assistir em rmvb legendado...
...Valeu a pena.
MUITO
Lea Michele arrasou.
Cory Monteith arrasou.
Diana Agron arasou.
Mark Salling arrasou.
Amber Riley arrasou.
Jonathan Groff arrasou.
Matthew Morrison arrasou.
Resumindo: o elenco todo arrasou.
Finn e Rachel cantando Faithfully me deixou arrepiada. Ficou lindo.
E a nova versão de Don't Stop Believing? OMG. Finn, Rachel, Santana, Puck...
Mas a melhor cena foi o Vocal Adrenaline cantando Bohemian Rhapsody enquanto a Quinn dava a luz. Sofrido demais...
Mas o melhor do episódio, sem nenhuma discussão, foi a Sue. Sue Sylvester é diva, e eu simplesmente adorei que ela votou no New Directions e convenceu o Figgins a autorizar mais um ano pro glee club.
Go, Sue, GOOOOOOOOOO!
As únicas coisas que eu não gostei no episódio (na temporada, na verdade) são:
1-eu não conheço a voz cantante da Brittany, do Mike e do Matt. Quem está ansioso pra ver a Heather Morris cantando (sozinha) levanta a mão!
2-Conhecemos a mãe da Rachel, mas os pais, não. E parece que o sr. Ryan Murphy ainda não quer nos apresentar a esses dois senhores.
Mas tirando essas coisinhas, estou bem feliz com o episódio.
E agora começarão os sintomas de abstinência...
...até parece. Vou reassistir os episódios, sem contar que eu tenho vários episódios de How I Met Your Mother, The Big Bang Theory, Angel e Grey's Anatomy pra ver.
Então, se me dão licença, vou terminar esse post, porque preciso estudar Filosofia.
----
Antes de eu ir ler sobre Descartes, Kant e Hume, devo compartilhar uma notícia que acabei de ler e que não gostei.
Nem.
Um.
Pouco.
A segunda temporada de Glee terá um episódio de músicas da Britney Spears.
Espero que seja só um boato desagradável e infundado.
Porfavorporfavorporfavorporfavorporfavorporfavorporfavorporfavor
...Valeu a pena.
MUITO
Lea Michele arrasou.
Cory Monteith arrasou.
Diana Agron arasou.
Mark Salling arrasou.
Amber Riley arrasou.
Jonathan Groff arrasou.
Matthew Morrison arrasou.
Resumindo: o elenco todo arrasou.
Finn e Rachel cantando Faithfully me deixou arrepiada. Ficou lindo.
E a nova versão de Don't Stop Believing? OMG. Finn, Rachel, Santana, Puck...
Mas a melhor cena foi o Vocal Adrenaline cantando Bohemian Rhapsody enquanto a Quinn dava a luz. Sofrido demais...
Mas o melhor do episódio, sem nenhuma discussão, foi a Sue. Sue Sylvester é diva, e eu simplesmente adorei que ela votou no New Directions e convenceu o Figgins a autorizar mais um ano pro glee club.
Go, Sue, GOOOOOOOOOO!
As únicas coisas que eu não gostei no episódio (na temporada, na verdade) são:
1-eu não conheço a voz cantante da Brittany, do Mike e do Matt. Quem está ansioso pra ver a Heather Morris cantando (sozinha) levanta a mão!
2-Conhecemos a mãe da Rachel, mas os pais, não. E parece que o sr. Ryan Murphy ainda não quer nos apresentar a esses dois senhores.
Mas tirando essas coisinhas, estou bem feliz com o episódio.
E agora começarão os sintomas de abstinência...
...até parece. Vou reassistir os episódios, sem contar que eu tenho vários episódios de How I Met Your Mother, The Big Bang Theory, Angel e Grey's Anatomy pra ver.
Então, se me dão licença, vou terminar esse post, porque preciso estudar Filosofia.
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Antes de eu ir ler sobre Descartes, Kant e Hume, devo compartilhar uma notícia que acabei de ler e que não gostei.
Nem.
Um.
Pouco.
A segunda temporada de Glee terá um episódio de músicas da Britney Spears.
Espero que seja só um boato desagradável e infundado.
Porfavorporfavorporfavorporfavorporfavorporfavorporfavorporfavor
domingo, 6 de junho de 2010
Cat's Claw - Amber Benson
Em janeiro eu já estava esperando pelo lançamento desse livro. Apaixonada por Amber Benson desde que vi sua primeira aparição em Buffy (no episódio Hush, 4X10), acompanhei toda a expectativa que o livro causava entre kittens -e, especialmente entre Amberhollics. E depois de alguns meses tentando, finalmente consegui colocar as mãos em um exemplar de Cat's Claw (Muchas gracias, Jenny B!). Amei o livro. É bem verdade que a faculdade me atrapalhou a leitura, mas aproveitei o feriado de Corpus Christ e terminei de ler. E agora, apresento a vocês a primeira resenha do Five By Five Blog (que eu pretendia traduzir e colocar no amazon.com, mas para fazer isso, eu preciso comprar alguma coisa lá. E EU NÃO TENHO COMO COMPRAR NADA!!!! -> Quando Cat's Claw chegar a 200 reviews, a Amber colocará no youtube um vídeo cantando Under Your Spell. Então, se você tem como deixar um review no amazon, e não tem o que escrever, entre em contato comigo e eu lhe passarei a tradução dessa resenha.)
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É impossível não gostar de Calliope Reaper-Jones, a filha do diretor geral da Death, Inc. Sim, isso mesmo, a empresa da Morte.
Callie tenta ser uma garota comum. Vive sozinha em uma apartamento minúsculo em Nova York, tem um trabalho normal, e precisa adequar seus impulsos consumistas ao seu salário não tão grande assim. Mas isso não é o suficiente para mantê-la afastada das confusões do Outro Mundo.
Ela tem uma dívida com Cérbero, o guardião do portão norte do Inferno. E para poder saldar essa dívida (e assim continuar sendo dona de Runt, filha do cão de três cabeças), Callie se vê obrigada a cumprir uma tarefa arriscada, que envolve uma complicada história de amor de 5000 anos, deuses egípcios e indianos e viagens em wormholes.
Cat's Claw é um livro delicioso, escrito pela multi-talentosa Amber Benson (a Tara Maclay, de Buffy, A Caça-Vampiros). Combinando elementos mitológicos de diferentes culturas e o humor autodepreciativo de Calliope, Benson cria o ambiente perfeito para desenrolar a trama cheia de mistérios que é Cat's Claw.
Um ponto positivo para o livro é que o leitor vai passar a maior parte do tempo com um sorriso bobo na cara. É difícil não se deliciar com os comentários afiados que Callie faz ao longo do livro. Outra característica favorável do livro é a riqueza das descrições: cenários, personagens, ações... A única coisa que, em alguns pontos, torna a leitura um pouco maçante é a quantidade de estilistas e marcas citadas por Callie. Um pouco chato, talvez, mas nada que prejudique a riqueza da narrativa dessa segunda aventura da Filha do Morte.
Enfim, Cat's Claw é o tipo de leitura que prende a atenção. Você não vai perceber que o fim do livro está chegando... mas se perceber, começará a esperar desesperadamente pela próxima aventura de Calliope Reaper-Jones.
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Quem tiver a oportunidade de ler Cat's Claw, leia. Vale muito a pena!
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É impossível não gostar de Calliope Reaper-Jones, a filha do diretor geral da Death, Inc. Sim, isso mesmo, a empresa da Morte.
Callie tenta ser uma garota comum. Vive sozinha em uma apartamento minúsculo em Nova York, tem um trabalho normal, e precisa adequar seus impulsos consumistas ao seu salário não tão grande assim. Mas isso não é o suficiente para mantê-la afastada das confusões do Outro Mundo.
Ela tem uma dívida com Cérbero, o guardião do portão norte do Inferno. E para poder saldar essa dívida (e assim continuar sendo dona de Runt, filha do cão de três cabeças), Callie se vê obrigada a cumprir uma tarefa arriscada, que envolve uma complicada história de amor de 5000 anos, deuses egípcios e indianos e viagens em wormholes.
Cat's Claw é um livro delicioso, escrito pela multi-talentosa Amber Benson (a Tara Maclay, de Buffy, A Caça-Vampiros). Combinando elementos mitológicos de diferentes culturas e o humor autodepreciativo de Calliope, Benson cria o ambiente perfeito para desenrolar a trama cheia de mistérios que é Cat's Claw.
Um ponto positivo para o livro é que o leitor vai passar a maior parte do tempo com um sorriso bobo na cara. É difícil não se deliciar com os comentários afiados que Callie faz ao longo do livro. Outra característica favorável do livro é a riqueza das descrições: cenários, personagens, ações... A única coisa que, em alguns pontos, torna a leitura um pouco maçante é a quantidade de estilistas e marcas citadas por Callie. Um pouco chato, talvez, mas nada que prejudique a riqueza da narrativa dessa segunda aventura da Filha do Morte.
Enfim, Cat's Claw é o tipo de leitura que prende a atenção. Você não vai perceber que o fim do livro está chegando... mas se perceber, começará a esperar desesperadamente pela próxima aventura de Calliope Reaper-Jones.
---------------------------------------------------------------
Quem tiver a oportunidade de ler Cat's Claw, leia. Vale muito a pena!
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Updates rápidos
Fiquei um tempão sem postar nada, então deixa eu resumir os acontecimentos mais importantes dos últimos meses:
Entrei pra faculdade, pra estudar Química. Mas vou sair do curso e fazer Letras.
Ganhei o livro Cat's Claw, da Amber Benson. Estou na metade da história.
Participei de uma competição na internet pra ganhar uma lata especial com dvd+trilha sonora de Glee. Mas não ganhei.
Estou aprendendo a tocar violão.
Participei de uma competição e ganhei uma bolsa de 50% para um intercâmbio de trabalho nos EUA, para dezembro.
Fui chamada para ser vocalista da banda que um amigo meu, o Ian, vai montar com o primo dele. (Será que vai dar certo?)
Consegui uma entrevista de emprego num curso de idiomas.
Estou levando pau na maior parte das matérias de Química... mas elas não vão me servir de muita coisa mesmo, né?
E voltei a atualizar esse blog.
Obrigada por se intrometer na minha vida, leitor random!
Entrei pra faculdade, pra estudar Química. Mas vou sair do curso e fazer Letras.
Ganhei o livro Cat's Claw, da Amber Benson. Estou na metade da história.
Participei de uma competição na internet pra ganhar uma lata especial com dvd+trilha sonora de Glee. Mas não ganhei.
Estou aprendendo a tocar violão.
Participei de uma competição e ganhei uma bolsa de 50% para um intercâmbio de trabalho nos EUA, para dezembro.
Fui chamada para ser vocalista da banda que um amigo meu, o Ian, vai montar com o primo dele. (Será que vai dar certo?)
Consegui uma entrevista de emprego num curso de idiomas.
Estou levando pau na maior parte das matérias de Química... mas elas não vão me servir de muita coisa mesmo, né?
E voltei a atualizar esse blog.
Obrigada por se intrometer na minha vida, leitor random!
Seriando
Depois de séculos desaparecida, sem atualizar esse blog, eu volto a encher a paciência dos leitores random que caíram no Five By Five por algum motivo obscuro que somente o Google entende.
Na verdade, era para ter acontecido uma atualização na semana antes da Páscoa (e não, não tinha nada a ver com o feriado religioso), mas enquanto eu digitava o texto, houve uma súbita queda no fornecimento de energia elétrica... Fiquei com preguiça de terminar de digitar (o post não-postado está salvo como rascunho, e algum dia eu terminarei de escrevê-lo), e desliguei o computador. E esse pst aqui também foi uma tentativa de post que eu precisei largar, mas agora retomei.
Pois bem, vamos ao que interessa... Ou não. Talvez não seja interessante.
Se você é uma das pessoas que passa o dia inteiro ligado no Twitter, provavelmente você segue ou, ao menos, já viu algum retweet do @todoseriador. Para os desinformados, o @todoseriador é um perfil que se dedica a falar sobre seriados. A maior parte dos tweets do @todoseriador é, na verdade, retweets de outros usuários, que enviam suas frases. Por exemplo:
#todoseriador Fã de Buffy ficou feliz quando viu Amber Benson em Cold Case e Supernatural/ @ABarda
(É, o @todoseriador twittou a frase que eu mandei pra ele...)
Bom, e seguindo esse perfil do twitter, minha atenção para os seriados só aumentou.
Muitas séries foram chamando a minha atenção, principalmente: Glee, The Big Bang Theory e How I Met Your Mother.
Assisti todos os episódios já exibidos de Glee. E estou esperando desesperadamente por terça-feira, quando sairá o season finale. Amo a série, mas preciso confessar que aquela Rachel Berry (Lea Michele) é uma mala. Tadinho do Finn (Cory Monteith). Eu adoro a Mercedes (Amber Riley). Aquela garota tem uma voz poderosíssima. E o Kurt (Chris Colfer) é demais. O pai dele também, eu sempre acho lindo quando ele apoia o filho. Mas ninguém supera Sue Sylvester (Jane Lynch). Sue é diva. Viram ela cantando Vogue (em The Power Of Madonna, 1X15) e Physical (em Bad Reputation, 1X17)?
E o casal mais fofo? Will (Matthew Morrison) & Emma (Jayma Mays). Só que, ultimamente, a Emma quase não tem aparecido... Então eu passei a apoiar Artie e Tina, que são fofos *o*
As melhores músicas, na minha opinião, são Don't Stop Believing (deeeer), Bust your windows, Bust a move, Keep Holding On, My life would suck without you, Sweet Caroline, Defying Gravity (versão do Kurt), Maybe this time, Bad romance e Vogue. Deve ter mais músicas aí no meio, mas agora não consigo lembrar...
Bom, um dia (mais exatamente no dia que eu comecei a escrever esse post) eu peguei pra assistir The Big Bang Theory e How I Met Your Mother.
TBBT é o tipo de seriado que eu precisava assistir. Sim, caro leito
r random que ainda não cansou da minha tagarelice, essa blogueira é uma nerd. (Tudo bem que eu estou desistindo da faculdade de Química pra tentar o vestibular de Letras e que isso faz meus pontos de nerdismo caírem um pouco. Mas eu continuo nerd.) Eu ri bastante com os absurdos dos personagens: a incapacidade de Sheldon (Jim Parsons) se relacionar com as pessoas, as esperanças excessivas de Leonard (Johnny Galecki) em relação à Penny (Kaley Cuoco), o medo que Raj (Kunal Nayyar) tem de falar com mulheres, o jeito conquistador fail do Howard (Simon Helberg) e o deslocamento de Penny quando começa a conversar com os nerds next door.O pior é que eu entendo a maior parte das piadas e discussões nerds que os personagens arranjam...
Há duas semanas, na faculdade, estava acontecendo a "Semana Acadêmica". E qual não foi a minha surpresa ao descobrir que o CA de Física ia exibir dois episódios de The Big Bang Theory? Eu e meus amigos nos inscrevemos e fomos assistir.
TBBT é bastante engraçado, mas ainda não terminei de ver a primeira temporada, porque How I Met Your Mother me chamou mais atenção...
...e não é só porque tem a Alyson Hannigan.
No ano de 2030 o arquiteto Ted Mosby (Josh Radnor/Bob Saget) começa a contar para seu casal de filhos a história de como conheceu a mãe deles. Tudo teve início em 2005, quando Marshall (Jason Segel), o melhor amigo de Ted pede Lily Aldrin (Alyson Hannigan) em casamento. Aí o Ted pira e percebe que tudo que ele quer na vida é ter uma família e blablablá.Eu morro de rir com as loucuras dos personagens. O Barney (Neil Patrick Harris, que inclusive deu as caras em Glee, no episódio Dream On) é legendário, e apesar de ser o tipo de cara que eu odeio, ele me assegura boas risadas.Mas a melhor é a Robin (Cobie Smulders). Ela é demais (e eu sou horrível para descrever personalidades...) Andei lendo uns spoilers por aí e descobri que a Robin é mais surpreendente do que eu achava.
Estou assistindo a segunda temporada e quero chegar na 5ª antes da estreia da 6ª (que será mais pro fim do ano).
E, só pra terminar esse post, eu preciso falar:
Eu sei que está todo mundo "Ai, LOST acabou. Terminou uma era. O que vai ser da minha vida sem LOST?".
Eu não estou nem aí para o fim de LOST.
O que realmente me preocupa é LotS, Legend Of The Seeker.

A terceira melhor série que eu já assisti (Xena e Buffy, antes que você me pergunte). Mágica, inspiradora, viciante, contagiante, contagiosa (alguns xenites estavam assistindo, porque a Mary fez eles assistirem. Aí eu comecei a assistir e fiz minha irmã Juliana assistir. Ela fez umas 5 amigas dela pegarem pra ver também. E meu amigo Henrique me passou um dvd pra que eu grave a 1ª temporada pra ele. E isso merece um to be continued..., porque certamente mais pessoas serão confessadas por LotS).
Agora, me digam, por que motivos do Keeper alguém cancelaria LotS na 2ª temporada?
Please, save our Seeker!
Eu quero mais Richlan, eu quero mais Confessith...! Eu quero mais Richard, mais Zedd, mais Kahlan, mais Cara. Principalmente Cara. A Tabrett Bethell é incrível, eu quero vê-la interpretando a Cara por mais algum tempo!
Ou alguém aí vai dizer que não quer mais ver a Cara?
É, foi o que eu pensei...Então, se agora me dão licença, eu tenho algumas séries pra assistir. Eu e a Ju estamos começando com Merlin (que tem o Anthony Head no elenco...)
Até o próximo post. Que deve ser daqui uns 15 minutos, no máximo.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Felix Felices
Quem já leu/assitiu Harry Potter and the Half-blood prince (traduzido em portugês como "Harry Potter e o Enígma do Príncipe") deve se lembrar da poção que o Harry ganha na aula do Slughorn, a Felix Felices. Uma poção mágica que garante que sorte infalível àquele que a beba. Pois bem, eu me sinto como se tivesse tomado uma dose cavalar de Felix Felices.
Tudo tem dado certo pra mim, desde dezembro.
Primeiro, foi a vitória na Promoção de Solstício da Revista Xenite.
Depois, a oportunidade de conhecer o pessoal do Verbos De Versos (como eu relatei no último post, Leveza).
E ainda teve a apresentação do Seareiros, nos 90 anos do Centro Espírita Augusto Silva. Foi muito bom.
Essa semana, então, nem se fala. Eu passei no ENEM. Em 1º lugar. Pro curso que eu queria (Química). Onde eu queria (UFLA).
Nem dá pra descrever a minha felicidade com tudo isso.
Não que só coisas boas estejam acontecendo para mim. Há umas duas semanas eu desloquei meu ombro direito (e agora eu preciso de fisioterapia). E eu ainda estou tomando vacina contra alergia. E de vez em quando me bate um sentimento de vazio, que me faz chorar por horas e horas.
Mas meu momento Felix Felices parece ser mais forte. Eu estou bem.
Ontem foi um dia excepcional para mim. Houve a prévia do Encontro de Jovens, no CEAS, e depois, o estudo da mocidade no GEAK. Eu me senti tão bem, tão elevada... tão em paz.
O que será que eu fiz para merecer esse momento de sorte e felicidade, tão duradouro?
Eu não sei, mas agradeço infinitamente por esse momento.
E agora eu espero que essa Felix Felices não perca a sua força até saírem os resultados de duas promoções. Tem a "Runt To Rescue", promovida pela super Amber Benson. Quem sabe meu nome não vai ser sorteado pra ganhar um Cat's Claw autografado? E sem contar a Academia de Bardos da Revista Xenite. Eu sei que tem muita gente talentosa trabalhando nas suas fanfics uber para a competição...
Será que minha Felix Felices aguenta tudo isso??
Se não aguentar, bom, acho que eu não vou ficar decepcionada. Eu já ganhei muita coisa até agora, isso já me deixa feliz.
Tudo tem dado certo pra mim, desde dezembro.
Primeiro, foi a vitória na Promoção de Solstício da Revista Xenite.
Depois, a oportunidade de conhecer o pessoal do Verbos De Versos (como eu relatei no último post, Leveza).
E ainda teve a apresentação do Seareiros, nos 90 anos do Centro Espírita Augusto Silva. Foi muito bom.
Essa semana, então, nem se fala. Eu passei no ENEM. Em 1º lugar. Pro curso que eu queria (Química). Onde eu queria (UFLA).
Nem dá pra descrever a minha felicidade com tudo isso.
Não que só coisas boas estejam acontecendo para mim. Há umas duas semanas eu desloquei meu ombro direito (e agora eu preciso de fisioterapia). E eu ainda estou tomando vacina contra alergia. E de vez em quando me bate um sentimento de vazio, que me faz chorar por horas e horas.
Mas meu momento Felix Felices parece ser mais forte. Eu estou bem.
Ontem foi um dia excepcional para mim. Houve a prévia do Encontro de Jovens, no CEAS, e depois, o estudo da mocidade no GEAK. Eu me senti tão bem, tão elevada... tão em paz.
O que será que eu fiz para merecer esse momento de sorte e felicidade, tão duradouro?
Eu não sei, mas agradeço infinitamente por esse momento.
E agora eu espero que essa Felix Felices não perca a sua força até saírem os resultados de duas promoções. Tem a "Runt To Rescue", promovida pela super Amber Benson. Quem sabe meu nome não vai ser sorteado pra ganhar um Cat's Claw autografado? E sem contar a Academia de Bardos da Revista Xenite. Eu sei que tem muita gente talentosa trabalhando nas suas fanfics uber para a competição...
Será que minha Felix Felices aguenta tudo isso??
Se não aguentar, bom, acho que eu não vou ficar decepcionada. Eu já ganhei muita coisa até agora, isso já me deixa feliz.
Cris 'Barda' Penoni
PS1: Boa sorte pra todo mundo que vai participar da ABRX.
PS2: Criei um Facebook. Quem quiser adicionar, clique aqui.
PS1: Boa sorte pra todo mundo que vai participar da ABRX.
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domingo, 24 de janeiro de 2010
Leveza
Esse foi um fim de semana incrível para mim, principalmente nas duas últimas 24 horas.
Ontem a noite teve a apresentação do Verbos de Versos, no Centro Espírita Augusto Silva, aqui em Lavras. Foi incrível.
O Verbos de Versos é um grupo musical espírita de Contagem (Grande BH). A primeira vez que eu assisti a uma apresentação deles foi em julho do ano passado (2009), na IIIª FEARTE. Na época eu só conhecia algumas canções: Eu e o Outro, Bom Combate e Você Me Clareia (música da qual eu não consigo gostar). Mas a apresentação deles, bem no finzinho da FEARTE, me deixou de boca aberta. Era lindo: o jogo de vozes, a harmonia, os violões... E uma música em especial me chamou a atenção, João do Cristo. Era incrível.
Certo, os meses passaram, e chegamos ao dia de ontem. Atualmente o Centro Espírita Auguso Silva está comemorando os 90 anos de trabalho em prol do espiritismo e da humanidade. Como comemoração, várias atividades especiais estão sendo realizadas. Uma delas foi a apresentação mais que elevada do Verbos de Versos.
Eu não conhecia todas as músicas, é claro, mas foi de emocionar (exceto na hora que tocaram "Você Me Clareia". Alguns amigos meus resolveram me provocar durante a música. Galera, eu já pedi pra não fazerem isso, okay? ). Eu fiquei muito leve com a apresentação.
Se tudo tivesse terminado aí, ia ser muito bom, não é? Acontece que não acabou.
Hoje cedo (9 horas pra ser mais exata), havia o ensaio do Seareiros, companhia de teatro da qual eu faço parte. Chegamos lá, e o pessoal do Verbos estava tomando café na cantina do CEAS. Eu, Lud, Ju, Amanda e Ana Lídia fomos lá, dar um oi.
Em questão de poucos minutos, já estávamos conversando com eles, como se sempre fizéssemos isso. E ainda foi melhorando. Eles pediram para o Luzes da Alma dar uma palinha. O Luzes estava incompleto no momento (Lud, Ju, Leandro, Alan e Ernani. Faltava Day, Pedro e Lívia), mas eles tocaram mesmo assim.
E depois, o Saulo, do Verbos, pegou o violão e começou a tocar. Aquele clima informal de amigos tocando música foi ainda mais sublime que a apresentação do dia anterior. Isso porque eu estava sentada entre a Sandra e a Juliana (não a minha irmã, a do Verbos), que têm vozes lindas. E o Saulo estava sentado na minha frente! E o Eduardo ali perto também.
Não tenho como explicar o quanto foi lindo.
E pra completar a minha felicidade, o Saulo conversou comigo (por uns 30 segundos) sobre Xena Warrior Princess e Buffy the Vampire Slayer!
Amanda: Essa é a Cris. Ela gosta de Xena. (por que é que ela falou isso, eu me pergunto?)
Saulo: Xena? Eu gosto também. É legal. Mas eu gosto mais da Gabrielle.
Eu: (meio gaga porque eu estava morrendo de vergonha, e também porque a conversa era irreal) A Gabrielle é mais legal.
Certo, eu fiquei com cara de idiota. E pra piorar, a Amanda continuou.
Amanda: E ela também gosta de Buffy. Você conhece?
Saulo: Eu já assisti, mas não é bem o tipo de seriado que eu gosto.
Eu: Buffy é legal também.
E logo a conversa acabou, provavelmente pela minha incapacidade de conversar coerentemente.
Mas mesmo assim, foi incrível. (Ah, a conversa foi antes da sessão musical Luzes+Verbos).
E aí, pra acabar, tocaram Ascensão, do Meu Cantar.
Não sei explicar o estado que meu espírito ficou depois disso.
Só sei que eu fiquei muito, muito leve, sentindo que a paz interior estava perto.
-------------
Bom, e já que eu falei dos 90 anos do CEAS, vale uma pequena divulgação das atividades especiais:
Dia 29/01 - 19:30 - Palestra com Wagner Gomes da Paixão
Dia 30/01 - 20:00 - Apresentação Musical com Luzes da Alma
-Cia. de Teatro Seareiros
Bom, quem quiser conferir, é só dar uma passadinha lá!
Ontem a noite teve a apresentação do Verbos de Versos, no Centro Espírita Augusto Silva, aqui em Lavras. Foi incrível.
O Verbos de Versos é um grupo musical espírita de Contagem (Grande BH). A primeira vez que eu assisti a uma apresentação deles foi em julho do ano passado (2009), na IIIª FEARTE. Na época eu só conhecia algumas canções: Eu e o Outro, Bom Combate e Você Me Clareia (música da qual eu não consigo gostar). Mas a apresentação deles, bem no finzinho da FEARTE, me deixou de boca aberta. Era lindo: o jogo de vozes, a harmonia, os violões... E uma música em especial me chamou a atenção, João do Cristo. Era incrível.
Certo, os meses passaram, e chegamos ao dia de ontem. Atualmente o Centro Espírita Auguso Silva está comemorando os 90 anos de trabalho em prol do espiritismo e da humanidade. Como comemoração, várias atividades especiais estão sendo realizadas. Uma delas foi a apresentação mais que elevada do Verbos de Versos.
Eu não conhecia todas as músicas, é claro, mas foi de emocionar (exceto na hora que tocaram "Você Me Clareia". Alguns amigos meus resolveram me provocar durante a música. Galera, eu já pedi pra não fazerem isso, okay? ). Eu fiquei muito leve com a apresentação.
Se tudo tivesse terminado aí, ia ser muito bom, não é? Acontece que não acabou.
Hoje cedo (9 horas pra ser mais exata), havia o ensaio do Seareiros, companhia de teatro da qual eu faço parte. Chegamos lá, e o pessoal do Verbos estava tomando café na cantina do CEAS. Eu, Lud, Ju, Amanda e Ana Lídia fomos lá, dar um oi.
Em questão de poucos minutos, já estávamos conversando com eles, como se sempre fizéssemos isso. E ainda foi melhorando. Eles pediram para o Luzes da Alma dar uma palinha. O Luzes estava incompleto no momento (Lud, Ju, Leandro, Alan e Ernani. Faltava Day, Pedro e Lívia), mas eles tocaram mesmo assim.
E depois, o Saulo, do Verbos, pegou o violão e começou a tocar. Aquele clima informal de amigos tocando música foi ainda mais sublime que a apresentação do dia anterior. Isso porque eu estava sentada entre a Sandra e a Juliana (não a minha irmã, a do Verbos), que têm vozes lindas. E o Saulo estava sentado na minha frente! E o Eduardo ali perto também.
Não tenho como explicar o quanto foi lindo.
E pra completar a minha felicidade, o Saulo conversou comigo (por uns 30 segundos) sobre Xena Warrior Princess e Buffy the Vampire Slayer!
Amanda: Essa é a Cris. Ela gosta de Xena. (por que é que ela falou isso, eu me pergunto?)
Saulo: Xena? Eu gosto também. É legal. Mas eu gosto mais da Gabrielle.
Eu: (meio gaga porque eu estava morrendo de vergonha, e também porque a conversa era irreal) A Gabrielle é mais legal.
Certo, eu fiquei com cara de idiota. E pra piorar, a Amanda continuou.
Amanda: E ela também gosta de Buffy. Você conhece?
Saulo: Eu já assisti, mas não é bem o tipo de seriado que eu gosto.
Eu: Buffy é legal também.
E logo a conversa acabou, provavelmente pela minha incapacidade de conversar coerentemente.
Mas mesmo assim, foi incrível. (Ah, a conversa foi antes da sessão musical Luzes+Verbos).
E aí, pra acabar, tocaram Ascensão, do Meu Cantar.
Não sei explicar o estado que meu espírito ficou depois disso.
Só sei que eu fiquei muito, muito leve, sentindo que a paz interior estava perto.
-------------
Bom, e já que eu falei dos 90 anos do CEAS, vale uma pequena divulgação das atividades especiais:
Dia 29/01 - 19:30 - Palestra com Wagner Gomes da Paixão
Dia 30/01 - 20:00 - Apresentação Musical com Luzes da Alma
-Cia. de Teatro Seareiros
Bom, quem quiser conferir, é só dar uma passadinha lá!
Cris 'Barda' Penoni
P.S.: Pra quem quiser conhecer o Verbos de Versos, aqui vai o site deles: Verbos de Versos
E quem quiser conhecer (e baixar) as músicas do Luzes da Alma: Luzes da Alma Download
E quem quiser conhecer (e baixar) as músicas do Luzes da Alma: Luzes da Alma Download
sábado, 16 de janeiro de 2010
Transferindo: Top 5: As 5 piores ideias de jerico de Joss Whedon

Para quem já assistiu tudo (ou quase tudo) de Buffy The Vampire Slayer, ou não está nem aí para spoilers, fiquem com o top 5 das ideias de jerico do Joss Whedon.
TOP 5: As 5 piores ideias de jerico de Joss Whedon
ce Summers. - Okay, era necessário para que a história da 5ª temporada se desenrolasse. E como kitten, eu até tenho um motivo para agradecer o episódio The Body. Mas... ai, que dor no coração! Joyce era sem-noção, sua preocupação com Buffy só fazia a filhona entrar em apuros, mas era uma das personagens mais divertidas em BtVS. O rumo da história seria completamente diferente se Joyce não tivesse morrido, eu sei. Mas foi doloroso ver Buffy e Dawn ficando órfãs. 3- Willow ficar com a Kennedy. - Uma provocação direta aos kittens, cujos corações haviam sido esmagados no final da 6ª temporada. Willow, como você pode fazer uma coisa dessa com os fãs da Tara? Mas a culpa não é da bruxa, e sim do Joss. ONDE É QUE ELE ESTAVA COM A CABEÇA?
2- Criar a Kennedy. -EEEEEECAAAAA! Ela é um dos meus motivos para repudiar as potentials. Uma tentativa de ser uma substituta da insubstituível Tara Maclay. E, fala sério, desde o primeiro momento ela já ficou se jogando pra cima da Willow. AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH!!!!!!!! E, deixando de lado a questão "Willow", Kennedy é insuportável: se acha superior às outras potentials (vide aquela cena em que ela está treinando as potentials, e ela chama uma delas de maggot), fica querendo se mostrar tão preparada quanto Buffy. E, apesar de eu ter falado que ia deixar de lado a questão "Willow", ainda vale falar que ela não compreende a magia. COMO É QUE COLOCARAM ESSA CRIATURA JUNTO DA WILLOW? (Alguém consegue ver a Willow se transformando em Dark Willow por causa da Kennedy? Eu não!)1- Tara ter morrido no episódio em que o nome da Amber Benson
foi incluído na abertura. Logo depois de Tara ter feito as pazes com Willow. Sem Willow poder trazer Tara de volta à vida. - Preciso
explicar o porquê dessa ser a pior entre todas as ideias de jerico do Whedon? Mesmo não precisando explicar, eu vou dar algumas razões. A primeira é que Tara era a personagem mais fofa em Buffy. A segunda é que Willow e Tara formaram o casal mais fofo da série. A terceira é que a morte da Tara foi tão repentina, tão cruel. Ela nem teve tempo de dizer "eu te amo" pela última vez!!! Eu tenho que concordar que seria estranho não ter a Dark Willow no fim da 6ª temporada. Mas aí, eu
criei uma versão alternativa: Tara morreria, sim. Mas Osíris deixaria Willow revivê-la, com a condição de que a ruiva vingasse a morte de Tara. Então, Willow se tornaria Dark Willow, mataria Warren, e, então, perderia o controle. Ela tentaria destruir o mundo, mas Tara, recém-revivida por Osíris, apareceria para Willow (tchau, Xander!), e dizendo "eu te amo", faria a bruxa ruiva voltar a ser ruiva. Não sei vocês, mas eu gosto muito mais da minha versão...Pois bem, fãs de Buffy. Essas são as piores ideias de Joss Whedon na minha opinião. Logo aparecerá aqui uma lista das 5 piores ideias de Tapert. Aguardem!
Cris 'Barda' Penoni
Publicado originalmente no blog A Barda, no dia 8 de dezembro de 2009. Este post foi editado antes de ser publicado no Five By Five. As fotos foram incluídas na edição de 18 de janeiro de 2010.
Nos Trinques!
Bem vindos ao meu novo blog. Para quem ainda não me conhece, eu sou a Cris Penoni, também conhecida como Barda.
Resolvi criar esse blog pra livrar os leitores Xenites do meu outro blog, o A Barda, de ter que ler coisas sobre assuntos que às vezes não fossem do interesse deles... Coisas como Buffy, a Caça-Vampiros, meus textos aleatórios e minhas respostas no Formspring.me. Mas isso não significa que aqui eu não vou falar sobre Xena, a Princesa Guerreira.
Pois bem, esse post de inauguração não pode ser só mera formalidade, então, é hora de tranformar ele em útil.
Por que esse nome "Five By Five?"
É uma homenagem a uma das bad girl mais legais da ficção: a caça-vampiros "do mal" Faith. A expressão "Five by five" é a marca registrada dela... e nos quadrinhos da 8ª temporada de BtVS, traduziram como "Nos trinques", o que foi completamente ridículo. Então, o nome deste post vem daí.
As postagens "aleatórias" que estão no A Barda serão tranferidas para o Five By Five?
Sim. E é bem provável que algumas postagens Xenites venham parar aqui também.
E o formspring? Todas as perguntas serão colocadas aqui?
Não. Só as que tiverem relevância.
Você vai continuar com essas perguntas sem noção ou vai terminar a postagem?
Okay, a postagem termina aqui. Até o próximo post do Five by Five.
Resolvi criar esse blog pra livrar os leitores Xenites do meu outro blog, o A Barda, de ter que ler coisas sobre assuntos que às vezes não fossem do interesse deles... Coisas como Buffy, a Caça-Vampiros, meus textos aleatórios e minhas respostas no Formspring.me. Mas isso não significa que aqui eu não vou falar sobre Xena, a Princesa Guerreira.
Pois bem, esse post de inauguração não pode ser só mera formalidade, então, é hora de tranformar ele em útil.
Por que esse nome "Five By Five?"
É uma homenagem a uma das bad girl mais legais da ficção: a caça-vampiros "do mal" Faith. A expressão "Five by five" é a marca registrada dela... e nos quadrinhos da 8ª temporada de BtVS, traduziram como "Nos trinques", o que foi completamente ridículo. Então, o nome deste post vem daí.
As postagens "aleatórias" que estão no A Barda serão tranferidas para o Five By Five?
Sim. E é bem provável que algumas postagens Xenites venham parar aqui também.
E o formspring? Todas as perguntas serão colocadas aqui?
Não. Só as que tiverem relevância.
Você vai continuar com essas perguntas sem noção ou vai terminar a postagem?
Okay, a postagem termina aqui. Até o próximo post do Five by Five.
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